DIPLOMACIA

Embaixada de Angola no Quénia encerrada a cadeado por falta de pagamento

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O edifício onde está instalada a embaixada de Angola no Quénia foi fechada a cadeado pelo proprietário James Mutama, um ex-senador queniano, por dívidas que surge na sequência do atraso no pagamento da renda do imóvel, noticiou a Angop.

James Mutama não permitiu, de acordo com a Angop, que fossem retirados os bens que se encontravam no interior do edifício, “como a bandeira da República de Angola e uma viatura oficial da missão diplomática”.

O valor da dívida não foi avançada mais estima-se que ronde os 4 milhões de dólares. O litígio levou a paralisação das actividades da embaixada desta quinta-feira da semana passada.

Durante o acto, o embaixador de Angola no Quénia, Syanga Abílio, encontrava-se numa reunião do Comité dos Embaixadores Representantes Permanentes junto da Organização das Nações Unidas, em Nairobi, revelou a agência noticiosa estatal angolana.

A mesma fonte revela ainda que, o director para África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores, Joaquim do Espírito Santo, disse que, após ter tomado conhecimento do caso, as autoridades em Luanda orientaram a representação diplomática a apresentar Nota Verbal de Protesto ao Ministério dos Negócios Estrangeiros daquele país, ainda sem nenhuma resposta, porque as autoridades angolanas consideram a situação de preocupante. Embora James Mutama seja o proprietário do edifício, ele viola juridicamente o território angolano, ao abrigo da Convenção de Viena.

Contactado pela Angop, o embaixador do Quénia em Angola Josephat Kaunda Maikara prometeu pronunciar-se em breve.

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