POLÍTICA

MPLA nega clivagens no seio do partido e reafirma coesão no partido no poder em Angola




O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, reafirmou nesta terça-feira, a coesão daquela organização política, perante “uma onda de especulações, fazendo crer a existência de clivagens graves no seio do MPLA”.

Em nota, o Departamento de Informação e Propaganda do Comité Central do MPLA, reagia a informações que hoje circularam nas redes sociais e não só, sobre supostas divergências no seio do partido, e que segundo aquele órgão “não corresponde à verdade, porquanto o partido mantém-se coeso e pronto para discutir, democraticamente, todos os assuntos da actualidade política de Angola”.

Em causa está uma mensagem posta circular nas redes sociais, segundo a qual, a posição de José Eduardo Santos na presidência do MPLA tornou-se insustentável.

A mensagem revela que durante a reunião do Bureau Político realizada segunda-feira, dia 12, algumas figuras proeminentes do MPLA como Dino Matross, Roberto de Almeida, Rui Falcão e próprio João Lourenço contestaram os pontos de discussão apresentado por José Eduardo dos Santo, dizendo que existiam assuntos prementes a discutir como a bicefalia e a marcação de um congresso extraordinário e saída do próprio José Eduardo Santos da presidência do Partido.

A mensagem faz ainda menção que, contra a vontade de José Eduardo dos Santo, João Lourenço, vice-presidente do MPLA, presidirá a reunião do Bureau Político, que se realiza sexta-feira, dia 16 de março, onde será marcada o congresso extraordinário que decidirá sobre a saída de José Eduardo dos Santos da presidência do MPLA.

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