Presidente da Serra Leoa apela ajuda urgente após inundações que fizeram quase 400 mortos e 600 desaparecidos




O presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, afirmou ontem que o país precisa de ajuda urgente, após o deslizamentos de terra e inundações que provocaram quase 400 mortos em Freetown.

“Estamos devastado” pelo desastre, afirmou emocionado o chefe de Estado quando falava aos jornalistas na capital da Serra Leoa, mais afectada pela catástrofe.

A Cruz Vermelha estima que cerca de 600 pessoas estejam ainda desaparecidas na Serra Leoa devido às inundações e deslizamentos de terra.

“Nunca vi nada como isto”, disse à AP Abdul Nasir, coordenador da Cruz Vermelha Internacional.

“Um rio de lama surgiu vindo do nada e engoliu comunidades inteiras, simplesmente varreu-as. Estamos numa corrida contra o tempo, contra mais inundações e contra o risco de doenças, para tentar ajudar as comunidades afectadas a sobreviver e a lidar com a sua perda”, disse o responsável.

Segundo as estimativas da Cruz Vermelha, cerca de nove mil pessoas terão sido afectadas pelos deslizamentos de terra e inundações.
Entretanto, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) liberou 150 mil dólares (127 mil euros) de ajuda.

A OIM assinalou que o acesso a água potável e o elevado número de pessoas que ficaram sem casa são a preocupação imediata para milhares de cidadãos na capital, cuja população supera o milhão de habitantes.

Segundo o director geral da OIM, William Lacy Swing, o valor disponibilizado é uma contribuição inicial para apoiar o governo da Serra Leoa a fazer face a “este terrível acontecimento”.

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