Administração de Viana encerra fábrica ilegal de caixões de chineses que também garimpavam água

Angop




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Uma fábrica ilegal de caixões, situada no distrito urbano do Kikuxi, no município de Viana, em Luanda, e pertencente a um grupo de cidadãos chineses, foi encerrada sexta-feira pela administração local, no âmbito da Operação Resgate que decorre desde terça-feira (06).

Falando aos jornalistas, o gerente das organizações Bauduino, que mantinham uma parceria com os chineses, Hermenegildo de Matos, disse que os caixões fabricados naquele local eram direccionados para as Forças Armadas Angolanas (FAA).

Os cidadãos chineses, segundo Hermenegildo de Matos, para além de fabricar os caixões, também dedicavam-se a comercialização de água que garimpavam a partir do canal a céu aberto do Kikuxi.

Para o tratamento da água, indicou, os chineses despejavam o cloro dentro do reservatório para depois comercializar por um valor cinco mil kwanzas por cada cisterna.

Por sua vez, o director municipal da Energia e Águas de Viana, José António, afirmou que o tratamento da água naquele local constitui um acto ilícito, uma vez que a sua produção apresenta procedimentos duvidosos.

Precisou ser apenas a EPAL a empresa responsável para fazer o tratamento deste líquido, bem como a sua distribuição a população da província de Luanda.

O município de Viana, que dista 20 quilómetros do centro da cidade de Luanda, é composto pelos distritos urbanos da Vila Flor, Zango, Baia, Kicuxi ,Estalagem (município sede) e a comuna de Calumbo.

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