Acesso ao Compacto do BAD para os PALOP obriga à participação de três entidades

Lusa




Partilhar

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vai obrigar os países lusófonos que queiram participar no Compacto para o Desenvolvimento a apresentarem projetos que possam ser “triangulares”, envolvendo também outro país lusófono, o BAD ou Portugal.

“Todos os projetos, para serem apoiados ao abrigo das regras do Compacto, têm de ser triangulares na sua natureza; noutras palavras, além do País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) anfitrião, o projeto tem de potencialmente envolver pelo menos mais duas entidades do Compacto, por exemplo o BAD e empresas portuguesas, ou o BAD e outras empresas dos PALOP”, lê-se na nota conceptual do Compacto, para o qual o Banco disponibilizou 5 mil milhões de dólares.

No documento, a que a Lusa teve acesso, explica-se que este instrumento de financiamento direcionado para os PALOP tem como objetivo principal “acelerar o crescimento do setor privado de forma inclusiva, sustentável e diversificada nos PALOP, alavancando as ferramentas que o BAD, Portugal e os PALOP têm ao seu dispor, sendo desenhado como uma parceria igualitária entre as partes”.

Comentários do Facebook

Partilhar
<script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script>
<ins class="adsbygoogle"
     style="display:block"
     data-ad-format="autorelaxed"
     data-ad-client="ca-pub-7513151535689663"
     data-ad-slot="7531535151"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>